domingo, 20 de setembro de 2009

Cai a noite

Um minusculo ponto..perdido na imensidão do universo.

mesmo sendo um ser quase imperceptivel..a noite cai sobre ele!!

um pontinho..nada além de um infimo ponto comparado a grandeza do cosmo.

como pode ?? tão pequeno suportar tantas intempéries?? até onde vai sua resistencia??

De onde se encontra..ele olha para cima, mas não consegue mensurar o que sente e ve.

E sobre ele..cai a noite pesada..inclemente..implacável .. dura e sem cuidado!!

Lá do alto..olhos altivos e inquisidores o observam sem contudo ver nele beleza alguma.

Ele se pergunta onde tirar forças pra resistir a mais esta prova.

Em seu íntimo confuso entre o amor e o desengano..sofre!!

A noite parece escura demais.

Imaginam que um ponto nada mais é que um simples ponto.

Mas não!!

Um ponto é o inicio de tudo!!
(Sol)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Voce vai lembrar de mim




Quando eu te vejo
Espero teu beijo
Não sinto vergonha
Apenas desejo Minha boca encosta
Em tua boca que treme
Meus olhos eu fecho
Mas os teus estão abertos Tudo bem se não deu certo
Eu achei que nós chegamos tão perto
Mas agora com certeza eu enxergo
Que no fim eu amei por nós dois Esse foi um beijo de despedida
Que se dá uma vez só na vida
Explica tudo, sem brigas
E clareia o mais escuro dos dias Tudo bem se não deu certo
Eu achei que nós chegamos tão perto
Mas agora com certeza eu enxergo
Que no fim eu amei por nós dois Mas você lembra!
Você vai lembrar de mim
Que o nosso amor valeu a pena
Lembra é o nosso final feliz
Você vai lembrar...
Vai lembrar...sim...
Você vai lembrar de mim. Esse foi um beijo de despedida
Que se dá uma vez só na vida
Que explica, tudo sem brigas
E clareia o mais escuro dos dias Tudo bem se não deu certo
Eu achei que nós chegamos tão perto
Mas agora com certeza eu enxergo
Que no fim eu amei por nós dois Mas você lembra!
Você vai lembrar de mim
Que o nosso amor valeu a pena
Lembra é o nosso final feliz
Você vai lembrar...
Vai lembrar...sim...

domingo, 13 de setembro de 2009

Nada


o nada

nada é o que sinto agora. Uma sensação de

esvaziamento.

o vazio..um nada imenso que prenche por completo.

O tempo com você ..horas ..meses..anos.

Sonhos?!

Esperanças?!

Como duas paralelas talvez a gente se veja no

infinito, mas agora cada um segue seu caminho.

O tempo talvez traga saudade..a saudade sempre

traz dor..dor eu não quero mais.

As vezes quando não temos saida ou não sabemos

como sair de um buraco..melhor é

sentar..acalmar..pensar numa solução..mas se assim

mesmo não conseguir..então espere..espere..

[Sol]

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Sexta-feira

Sexta-feira

Ebaaaaaaaaaaaaaaaaa!!

saia correndo do trabalho..vah direto pra casa!!

pratique tiro ao alvo com os sapato..êpa..cuidado com o salto!!

que nada..não tenha cuidados..

escancare as janelas..

jogue as roupas por ai..

ande nua pela casa..

se do outro lado algum vizinho estiver olhando..bata a janela sem cerimonia..

assalte a geladeira..

permita-se fazer o que tiver vontade..

liberte-se!!

[Sol]

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Talvez


caiu a noite
através das sombras ainda posso te ver.
com passos bem lentos, você cada vez mais longe.
A dor de hoje era a alegria da incerteza de ontem.
Meus olhos já nao podem te ver.
Quando vier a chuva, eu me misturarei a ela
e escorrendo pelo corpo, levando com ela todo esse sentimento
que agora me aflige, me tortura e não me deixa pensar em nada além de você.

Você me disse tantas coisas sobre isso, tomara esteja certo.
Um dia..talvez um dia seus passos se apaguem
a lembrança não me faça sentir.
Mas hoje ainda posso .. só mais um pouco.
(Sol)

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Tanto de meu estado


Tanto de meu estado me acho incerto,
Que em vivo ardor tremendo estou de frio;
Sem causa, juntamente choro e rio;
O mundo todo abarco e nada aperto.

É tudo quanto sinto um desconcerto;
Da alma um fogo me sai, da vista um rio;
Agora espero, agora desconfio,
Agora desvario, agora acerto.

Estando em terra, chego ao Céu voando;
Numa hora acho mil anos, e é de jeito
Que em mil anos não posso achar uma hora.

Se me pergunta alguém porque assim ando,
Respondo que não sei; porém suspeito
Que só porque vos vi, minha Senhora.